Capela de adoração
eucarística PERPÉTUA junto a clínica de abortos será inaugurada nos EUA.
“Estamos a 20
pés (7
metros) dos abortistas. Nós vamos colocar letreiros nas
janelas que digam ‘Grávida? Precisa de ajuda? Venha aqui”, explica o sacerdote M. Price Oswalt, líder do projeto.
O Padre Price expressa também sua esperança de
que a capela ajude a colocar “fim ao ABORTO através da reflexão orante e dos
distintos meios de oração É o maior dos bens, a Eucaristia, junto ao
maior dos males, o aborto. O bem triunfará com toda certeza!”. O sacerdote, que é reitor do Santuário Nacional do Menino
Jesus de Praga em Oklahoma, liderou este projeto com a ajuda da Holy Innocents
Foundation (Fundação dos Santos Inocentes). A capela estará localizada ao lado
da clínica de abortos Outpatient Services for Women. O Pe. Price recordou que as mulheres que pensam em abortar
precisam de ajuda: “na maioria das vezes
essas mulheres estão em crise e realmente não sabem o que querem e por isso
muitas vezes são empurradas ao aborto”. A capela terá capacidade para abrigar 50 pessoas. Ela
contará com uma imagem da Virgem e outra de Santa Gianna Beretta Molla, uma
santa italiana que ofereceu sua vida para que pudesse nascer o filho que
esperava, e quem o sacerdote chamou de “moderna mártir da maternidade”.
O Padre respondeu às críticas que afirmam que a
capela gerará nas mulheres que procuram o aborto um sentimento de culpa. “Uma capela pode ajudar a que o inconsciente
se faça consciente. Quando você está na presença de Deus, o Espírito Santo
opera em você. Ele
ajuda para que você se faça responsável pelo que for. (Se alguém se sentir
culpado) deve saber que há esperança e que pode haver reconciliação com Deus”.
O projeto teve sua origem em uma capela de adoração
eucarística perpétua na arquidiocese de Santa Fe, um projeto promovido pelo
Padre Stephen Imbarrato. Embora os
recursos para a capela não provenham da arquidiocese, os líderes da iniciativa
contam com a autorização do Arcebispo Paul Coakley que presidirá a dedicação do
templo.
Fonte: Site da Comunidade Católica Shalom
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Heath White, um atleta, piloto graduado da Força
Aérea dos Estados Unidos e agente do
FBI, que achava que já tinha tudo, pensou em abortar a sua filha Paisley por
ter síndrome de Down. Agora corre maratonas com ela e conta a história que deu
luz a sua vida. Desde 2008, pouco antes do primeiro aniversário da sua pequena,
White corre todo tipo de maratonas levando-a em seu carrinho, procurando formar
a consciência sobre a dignidade da vida das pessoas com Síndrome de Down, e
dando testemunho do seu amor de pai. No programa E:60, conduzido por Tom
Rinaldi, do canal esportivo ESPN, revelou-se a história de White, que era
obcecado pela perfeição, e que esperava que sua primeira filha fosse, em
palavras de sua esposa, Jennifer, "perfeito, como ele era".Então sua primeira filha Pepper
White, que nasceu em 2005 cumpria os padrões esperados pelos esposos White,
entretanto, um ano depois, ao saber que Jennifer estava grávida pela segunda
vez, os exames pré-natais revelaram que sua segunda filha teria Síndrome de
Down. Jennifer White, esposa de Heath White,
confessou a Rinaldi, jornalista do programa, que temia que seu marido
"fugisse, fosse embora", assim ela falou: "O pior é que sabia que ele
provavelmente ia querer que eu a abortasse, porque sabia que suas convicções
não eram tão fortes como as minhas". Com efeito, Heath White
tentou insistentemente convencer a sua esposa a abortar o bebê, pois dizia: "o
que as pessoas vão pensar de mim?". Jennifer White recordou que
durante a gravidez, seu marido, a quem confessa amar "mais que à
vida", não era grosseiro ou desagradável, mas "estava ausente”, ele
simplesmente não se envolvia emocionalmente. Jennifer relata: "Tive
que pensar: ‘E se o faço? O que aconteceria se eu abortasse, se me desfazer do
meu bebê? E lembro-me de uma pequena voz na minha cabeça dizendo ‘De jeito
nenhum, não acontecerá. Impossível’.
White sentia que lhe davam "um bebê quebrado" e por muitos
momentos se perguntava: "Por que eu?". Em uma
carta que Heath White escreveu a sua filha Paisley, e que é o fio condutor da
reportagem, confessa-lhe que "antes que você nascesse só me
preocupava de como a sua deficiência se refletiria em mim. Agora não há
melhor espelho no mundo. Você é minha luz na escuridão, e é um privilégio ser
seu pai. Amo-te sempre, papai". A carta, que Heath White começou a
escrever quando Paisley tinha 18 meses tem um significado, como ele mesmo
explica: “é somente minha forma de dizer a ela o que possivelmente ela nunca
saberia sobre a forma como me senti antes que ela nascesse. Esse teria sido meu
segredo sujo que guardaria para sempre. Mas não queria que fosse um segredo,
queria que ela soubesse que é tudo para mim". Heath recordou que quando Paisley nasceu, em março de 2007, sua mãe lhe disse que sua pequena se
via como se não tivesse Síndrome de Down, e ele, incomodado disse: "ela
está mentindo. É claro que podemos ver que ela tem Síndrome de Down".
Sua esposa recordou na reportagem, entre soluços e com a voz entrecortada, que
sentiu como se "tivesse perdido um bebê, apesar de que tinha uma menina sentada justo
na minha frente" e ainda completou: "Acho que foi depois de
começar a alimentá-la que pude dizer: ‘ela está bem, é perfeita, vamos estar
bem’". Para Heath, entretanto, aceitar a sua filha levou vários
meses. Porém, chegou o dia, um "momento crucial", em que enquanto
jogava com Paisley e lhe fazia cosquinhas, ela ria e o empurrava, então ele
conta: "Nesse momento me dei conta de que ela era como qualquer outra
menina, ela é a minha menina". Desde aquele momento, Heath White sentiu a necessidade de
mostrar ao mundo a sua filha, por isso decidiu de novo correr em maratonas, mas
desta vez levando com ele a pequena Paisley em seu carrinho. Heath disse que
queria que "todo mundo visse que estava orgulhoso dela. Ninguém
sabia como me sentia antes do seu nascimento, e se posso evitar que uma
família, uma pessoa viva com a culpa de quase cometer o erro que eu quase
cometi, volte atrás e se decida em amar incondicionalmente, vai valer a dor que
Paisley sentirá mais adiante em sua vida quando souber como me senti”. Heath revelou que seu temor é que "um
dia, alguém a chame de ‘retardada’, que alguém use essa palavra em sua
presença, ou zombe dela por ser diferente, sei que tenho que explicar-lhe sobre
a sociedade, construir-lhe um respaldo de autoestima para que saiba quanto a amo. Tudo o que fiz, tudo o que tentei conseguir, nunca ia ser
perfeito. Mas meu amor por Paisley , minha filha, é perfeito. Sempre vou estar
atento para me assegurar de que ela chegue à meta que está na história de sal
vida".
Fonte: Site da Comunidade Católica Shalom

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